Aula 22 – As Diferentes Formas de Ler

Existe mais de uma forma de ler. Uma delas é a leitura exploratória.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=AvgTgizcSt0

Podemos dizer que se trata de uma leitura prévia, na qual são analisadas informações relevantes que determinarão a forma como iremos interpretar o texto, como por exemplo saber quem é o autor, quem é seu público-alvo, em que contexto foi escrito, etc.

A outra forma de leitura é a analítica, que se trata da leitura do texto propriamente dito, feita com muita atenção a fim de que o leitor consiga exprimir de cada parte do texto o máximo de informações ali presentes, a ponto de ser capaz de reproduzir o que foi lido com suas próprias palavras e emitir sua opinião sobre ele.

Aula 21 – A leitura e suas Dimensões

Da mesma forma que o autor deve se preocupar com os elementos apresentados em seu texto e devem conhecer seus leitores a fim de passar a mensagem adequada, os leitores também têm esse dever de ter um conhecimento prévio de alguma informação implícita no texto, o que auxiliará na sua compressão, caso contrário a mensagem recebida poderá ficar distorcida, incompreensível ou até mesmo oposta à mensagem original.

Mas esse conhecimento prévio não se trata de um “estudo pré-textual”, mas compreende todo o conhecimento adquirido ao longo de sua vida, levando em conta o contexto e a cultura em que está inserido.

Ademais, uma boa leitura abrange todas as dimensões, que são a dimensão contextual, discursiva, textual, intratextual e intertextual.

Aula 20 – Entendendo a Multimodalidade

Um texto pode ser verbal, utilizando-se de palavras, mas também pode trazer elementos que exploram outros sentidos, como a visão ou a audição.

Considerando as formas de publicação de textos que têm sido cada vez mais comuns na atualidade, como os blogs, fica mais fácil compor um com imagens, áudios e até mesmo vídeos.

À isso se dá o nome de comunicação não verbal, que pode enriquecer um texto e apresentar de forma muito mais clara e objetiva a real intenção do autor ao transmitir seus pensamentos.

A utilização dessa forma de comunicação dependerá sempre de um contexto, pois não basta conhecer a imagem, é preciso conhecer o autor e o contexto em que se insere para não interpretar erroneamente a mensagem.

Aula 19 – Textualidade e intertextualidade

Um emaranhado de palavras não constitui um texto. Para isso é necessário que haja coesão, formando uma ligação entre elas, ou quaisquer elementos que o componham, para assim constituir uma obra completa e compreensível.

Mas isso não basta, é preciso também haver coerência, que abrange o significado que o autor quer dar às suas palavras, somente assim o texto conseguirá transmitir a mensagem desejada a seu destinatário.

É preciso haver também intencionalidade, aceitabilidade, situcionabilidade, informatividade e intertextualidade, que nada mais é do que a interligação de um texto com outros.

Presentes todos esses elementos, haverá textualidade, o que é essencial para que um texto seja considerado como tal.

Aula 18 – O registro Linguístico

Qualquer pessoa deve saber a forma certa de se comunicar. No entanto, essa forma não se detém ao fato de saber escrever formalmente, pois essa não é a forma adequada de se comunicar em qualquer momento.

Isso dependerá do interlocutor, do meio de comunicação que está sendo utilizado e do objetivo que se pretende alcançar com a conversa.

Para isso, precisamos primeiro ter amplo conhecimento da norma culta, tanto para estar preparados quando precisarmos utilizá-la, quanto para poder desenvolver outras formas de comunicação, pois a norma culta é a base para qualquer outro tipo de linguagem que deva ser utilizada, mesmo que seja a linguagem oral e informal.

Aula 17 – Linguagem: Diferentes Níveis, Diferentes Registros

A linguagem é essencial à comunicação. A partir dela são definidos os idiomas.

No entanto, em um mesmo idioma podem ser observados diversos tipos de linguagem, pois ela depende do contexto em que é aplicada, a cultura local, o nível de conhecimento dos interlocutores, entre outros fatores.

Por esta razão, a linguagem não se limita a palavras, ela é composta por gestos, símbolos e expressões, as quais dependendo de como são utilizadas, podem alterar completamente o sentido de uma conversa.

A forma de aplicação da linguagem também varia, podendo ser escrita ou oral, formal ou informal, padrão ou não padrão, e a escolha da aplicação dessas formas sempre dependerá do contexto.

Aula 16 – Ferramentas de Publicação na Internet

Quando produzimos um conteúdo, seja sobre qualquer assunto, muitas vezes queremos torna-lo público.

Com a internet isso se tornou possível com mais facilidade, pois existem plataformas cuja função é exatamente a publicação de livre conteúdo.

Dependo da forma em que esse conteúdo é elaborado, uma plataforma será mais adequada que outra.

Por exemplo, quando se pretende transmitir um conteúdo por meio de vídeos, o mais indicado é o Youtube.

Para a publicação de pequenos textos sobre temas variados e que permitem a interação entre autor e leitores, os mais indicados são os blogs.

Já para dar acesso a apresentações sobre determinado assunto, existem plataformas como o SlideShare.

Aula 15 – Reflexões sobre Autonomia, Autoria e Plágio na Educação Superior

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=o9tWgNTVsSU

Devemos sempre estar muito atentos ao elaborar textos.

Muitas vezes temos que construir um documento do zero, o que não significa que não podemos utilizar referências como fonte da criação de um novo pensamento.

Embora pareça simples, é preciso ficar atento ao utilizar essas referências, pois apesar de não haver um limite, nunca podemos deixar de citar a fonte de uma ideia ou pensamento, mesmo que a escrevamos com nossas próprias palavras.

Isso se aplica tanto para fontes de pesquisa como livros e teses acadêmicas, como para conteúdos encontrados na internet.

Tudo o que foi escrito e está disponível para leitura, seja onde for, tem um autor, e por esta razão ele deve sempre ser citado. 

Aula 14 – Aplicando Estratégias de Pesquisa em Sites de Busca

Como mencionado no post anterior, existem formas mais adequadas para a utilização das ferramentas de busca, como Google e Yahoo.

Existem 5 etapas que se respeitadas podem auxiliar na busca, quais sejam: definir o tema, definir o objetivo, definir a abrangência, definir a estrutura, definir as palavras-chave, e, por fim, analisar e selecionar os resultados.

Se forem colocadas em prática todas essas etapas essenciais conseguiremos efetuar uma pesquisa que proporcionará ótimos resultados, fazendo com que possamos utilizá-los tanto em trabalhos acadêmicos, profissionais ou até mesmo apenas para adquirir conhecimento sobre certo tema de interesse. 

Aula 13 – Potencialidades da Internet para a Realização de Pesquisas

Foi-se o tempo em que dependíamos de livros empoeirados ou cadernos rabiscados como fontes de pesquisa.

Hoje temos a internet, que nos proporciona um mundo de informações.

Justamente por essa razão devemos ter muito cuidado com os conteúdos aos quais temos acesso.

Devemos saber utilizar da melhor forma as ferramentas de busca disponíveis e também saber elaborar a busca utilizando os termos corretos e saber filtrar os resultados que nos são apresentados.

Lembrando também, que em tempos de fake news, não basta receber uma informação e passá-la adiante, é preciso mais do que nunca, ter atenção ao conteúdo que acessamos e mais cuidado ainda ao revisa-la, não deixando de lado nosso senso crítico.