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Aula 32 – Apresentações Acadêmicas e Profissionais

A elaboração de apresentações é muitas vezes subestimada, mas ela demanda bastante dedicação caso o apresentador queira atrair a atenção de seu público e assim fazer com que absorvam as informações passadas.

Elementos como a fonte utilizada, as cores, o plano de fundo, imagens, gráficos, tabelas, efeitos, e a relação entre todos esses elementos podem determinar o sucesso ou insucesso de uma apresentação.

Ademais, devemos utilizar a criatividade para elabora-las. Fazer uma apresentação em Power Point não significa que precisamos ficar restritos ao layout padrão. Uma boa apresentação discorre sobre determinado tema contando histórias, e assim o apresentador consegue reter a atenção de seu público.

A seguir, um bom exemplo de uma apresentação elaborada em Power Point, que foi transformada em vídeo.

Fonte: https://www.youtube.com/channel/UCtK1uu3TqOzZN5AKzKHtpfw
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Aula 31 – Paráfrase e resenha

Paráfrase é a forma de aplicar a intertextualidade de forma implícita, dizendo com outras palavras o que já foi dito por outro texto, mantendo a ideia inicial.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=F_3pCWV9etw

As resenhas também são uma forma de intertextualidade, pois nada mais são do que textos elaborados com base em outros textos mais longos e complexos e que são utilizados para resumir as ideias do texto principal fazendo referência a ele e expondo a opinião do autor da resenha sobre o texto que está sendo utilizado como base.

O texto base de uma resenha pode ser um texto escrito, como um livro técnico ou um romance, um filme, um álbum ou até mesmo sobre um fato cultural.

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Aula 30 – Intertextualidade e interdiscursividade

Muitas vezes um texto pode apresentar um ponto de vista tendo como referência outro texto, mas sem menciona-lo explicitamente.

É o que ocorre por exemplo, com os famosos “memes”, muito utilizados nas redes sociais. Os memes apresentam textos curtos, na maioria das vezes com uma imagem, fazendo referência a algum fato ou acontecimento em voga, mas com um tom de humor.

Uma amostra é este meme criado em 2014 após o jogo da Copa do Mundo em que o Brasil foi eliminado pela seleção alemã por 7 gols a 1. O meme reúne esse fato com a cena mais icônica do filme “O Sexto Sentido”, fazendo referência ao pavor de ver pessoas mortas (diálogo original do filme) ao de ver tantos gols sofridos pela seleção brasileira.

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Aula 29 – Contexto e estilo

Conforme já abordado em posts anteriores, a compreensão de um texto depende muito do tipo de leitor, ou seja, como é a sua visão de mundo, quais são seus conhecimentos prévios, a quais informações teve acesso, em que época está, em que localidade se encontra, sua cultura, sua nacionalidade, até mesmo seu histórico familiar entre outros fatores, pois cada pessoa carrega consigo uma bagagem de conhecimento que faz com que enxergue o mundo de determinada forma.

Fonte: https://paroquiaverbodivino.com/empt/

Tudo isso caracteriza o contexto no qual se insere. Sendo assim, é fundamental que o autor conheça bastante esse contexto a fim de alcançar de forma mais profunda o seu leitor.

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Aula 28 – (Re)escrevendo um texto

Antes de começar a redigir um texto, é ideal que se faça um planejamento, a partir do qual as ideias iniciais serão desenvolvidas.

Mas não basta redigir o texto e considera-lo finalizado. Uma etapa tão importante quanto colocar em palavras aquilo que se quer expor, é revisar o que foi escrito.

Um bom escritor precisa ter também competência comunicativa, que compreende as competências gramatical (conhecimento da gramática para não cometer erros na escrita), sociolinguística (escolha das palavras de acordo com o tipo de leitor), discursiva (aplicando os conceitos de coesão e coerência) e estratégica (inclui o preparo e planejamento do texto a ser elaborado).

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Aula 27 – Texto Dissertativo-Argumentativo

Ao produzir um texto sempre temos uma intenção por trás, seja apenas para expor um conhecimento sobre determinado tema, o que configura um texto expositivo, seja para tentar convencer o leitor sobre seu ponto de vista relacionado a algum assunto, sendo assim, um texto argumentativo.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=6BQ8LrS2qn0

Para isso, precisamos ter atenção e cuidado na elaboração do texto, pois a forma como é escrito irá determinar o modo como o leitor compreenderá a ideia transmitida pelo autor.

Em um texto argumentativo existem diferentes argumentos para persuadir o leitor: utilizando-se da citação de outros autores, fazendo uso do senso comum, baseando-se em fatos reais, empregando o raciocínio lógico, eliminando hipóteses e, por fim, comparando dois argumentos.

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Aula 26 – Qualidades e Defeitos Textuais

Já vimos diferentes estratégias de absorção de conhecimento, como os mapas mentais. Para a absorção das informações de um texto também existem métodos, como a construção de esquemas.

Ao ler um texto, devemos conseguir compreender sua ideia principal, e assim elaborar um esquema a partir de palavras-chave

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=dlO3Lu9i9NA

Quando conseguimos elaborar um esquema que traduza a ideia central do texto, significa que de fato conseguimos compreende-lo.

Ao conseguir absorver as informações dos textos que lemos, nos tornamos bons leitores, assim sendo, nos tornamos também bons autores, pois como já mencionado, os autores se constroem a partir do conhecimento que adquirem dos textos de outros autores.

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Aula 25 – Estrutura do Texto

Como visto, palavras soltas não fazem sentido, mas caso haja coesão elas formam frases, que por sua vez, sendo apresentadas com coerência, formam parágrafos, e por sua vez, textos.

Quanto às frases, elas podem ser declarativas, interrogativas, exclamativas, imperativas e indicativas.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=im4GexVX264

Já os parágrafos precisam de um uma ideia principal para que tenham sentido e consigam formar um texto coerente.

A composição de um texto por parágrafos facilita sua compreensão, justamente em razão dessas ideias centrais trazidas por cada parágrafo. A ordem dos parágrafos, de acordo com seu núcleo, também contribui para a construção de um texto coerente.

Desta forma, um texto deve iniciar com parágrafos introdutórios, seguidos pelo desenvolvimento, que compõem a maior parte do texto, e finalizado pelos parágrafos conclusivos. 

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Aula 24 – Tendenciosidade, Fatos, Opiniões e Inferências

São diversas as formas do autor expressar seu ponto de vista em seus textos. Mas há formas que são mais explícitas e que de certa maneira são apelativas no sentido de fazer com que o leitor passe a pensar da mesma forma que o autor.

No entanto, é mais fácil transformar a opinião dos leitores que não aplicam a leitura crítica, pois de certa forma, estão mais vulneráveis a novos visões sobre as quais o autor tente convence-lo.

O oposto acontece com o leitor crítico, que é capaz de identificar na forma de escrita do autor, se ele está com essa intenção de conhecimento ou se está sendo imparcial ao emitir suas ideias.

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Aula 23 – O leitor Crítico e o Papel do Autor

A partir de uma leitura analítica somos capazes de opinar sobre aquilo que foi lido. Desta forma o leitor está dialogando com o autor.

Isso consiste em uma leitura crítica, a partir da qual, aquele que antes era leitor, pode se transformar em autor, tendo como referência, além da sua visão de mundo prévia, aquilo que foi lido, e apresentando suas opiniões e ideias formuladas a partir da leitura.

Não devemos esquecer que todo autor é também leitor, e todo leitor é um potencial autor.

O autor não deve deixar de se preocupar com a forma que transmite seus pensamentos, pois dependendo do ponto de vista utilizado (1ª ou 3ª pessoa) e das palavras, pode transmitir seu sentimento, alcançado a compreensão do leitor de forma mais profunda.

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Aula 22 – As Diferentes Formas de Ler

Existe mais de uma forma de ler. Uma delas é a leitura exploratória.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=AvgTgizcSt0

Podemos dizer que se trata de uma leitura prévia, na qual são analisadas informações relevantes que determinarão a forma como iremos interpretar o texto, como por exemplo saber quem é o autor, quem é seu público-alvo, em que contexto foi escrito, etc.

A outra forma de leitura é a analítica, que se trata da leitura do texto propriamente dito, feita com muita atenção a fim de que o leitor consiga exprimir de cada parte do texto o máximo de informações ali presentes, a ponto de ser capaz de reproduzir o que foi lido com suas próprias palavras e emitir sua opinião sobre ele.

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Aula 21 – A leitura e suas Dimensões

Da mesma forma que o autor deve se preocupar com os elementos apresentados em seu texto e devem conhecer seus leitores a fim de passar a mensagem adequada, os leitores também têm esse dever de ter um conhecimento prévio de alguma informação implícita no texto, o que auxiliará na sua compressão, caso contrário a mensagem recebida poderá ficar distorcida, incompreensível ou até mesmo oposta à mensagem original.

Mas esse conhecimento prévio não se trata de um “estudo pré-textual”, mas compreende todo o conhecimento adquirido ao longo de sua vida, levando em conta o contexto e a cultura em que está inserido.

Ademais, uma boa leitura abrange todas as dimensões, que são a dimensão contextual, discursiva, textual, intratextual e intertextual.

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Aula 20 – Entendendo a Multimodalidade

Um texto pode ser verbal, utilizando-se de palavras, mas também pode trazer elementos que exploram outros sentidos, como a visão ou a audição.

Considerando as formas de publicação de textos que têm sido cada vez mais comuns na atualidade, como os blogs, fica mais fácil compor um com imagens, áudios e até mesmo vídeos.

À isso se dá o nome de comunicação não verbal, que pode enriquecer um texto e apresentar de forma muito mais clara e objetiva a real intenção do autor ao transmitir seus pensamentos.

A utilização dessa forma de comunicação dependerá sempre de um contexto, pois não basta conhecer a imagem, é preciso conhecer o autor e o contexto em que se insere para não interpretar erroneamente a mensagem.

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Aula 19 – Textualidade e intertextualidade

Um emaranhado de palavras não constitui um texto. Para isso é necessário que haja coesão, formando uma ligação entre elas, ou quaisquer elementos que o componham, para assim constituir uma obra completa e compreensível.

Mas isso não basta, é preciso também haver coerência, que abrange o significado que o autor quer dar às suas palavras, somente assim o texto conseguirá transmitir a mensagem desejada a seu destinatário.

É preciso haver também intencionalidade, aceitabilidade, situcionabilidade, informatividade e intertextualidade, que nada mais é do que a interligação de um texto com outros.

Presentes todos esses elementos, haverá textualidade, o que é essencial para que um texto seja considerado como tal.

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Aula 18 – O registro Linguístico

Qualquer pessoa deve saber a forma certa de se comunicar. No entanto, essa forma não se detém ao fato de saber escrever formalmente, pois essa não é a forma adequada de se comunicar em qualquer momento.

Isso dependerá do interlocutor, do meio de comunicação que está sendo utilizado e do objetivo que se pretende alcançar com a conversa.

Para isso, precisamos primeiro ter amplo conhecimento da norma culta, tanto para estar preparados quando precisarmos utilizá-la, quanto para poder desenvolver outras formas de comunicação, pois a norma culta é a base para qualquer outro tipo de linguagem que deva ser utilizada, mesmo que seja a linguagem oral e informal.

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Aula 17 – Linguagem: Diferentes Níveis, Diferentes Registros

A linguagem é essencial à comunicação. A partir dela são definidos os idiomas.

No entanto, em um mesmo idioma podem ser observados diversos tipos de linguagem, pois ela depende do contexto em que é aplicada, a cultura local, o nível de conhecimento dos interlocutores, entre outros fatores.

Por esta razão, a linguagem não se limita a palavras, ela é composta por gestos, símbolos e expressões, as quais dependendo de como são utilizadas, podem alterar completamente o sentido de uma conversa.

A forma de aplicação da linguagem também varia, podendo ser escrita ou oral, formal ou informal, padrão ou não padrão, e a escolha da aplicação dessas formas sempre dependerá do contexto.

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Aula 16 – Ferramentas de Publicação na Internet

Quando produzimos um conteúdo, seja sobre qualquer assunto, muitas vezes queremos torna-lo público.

Com a internet isso se tornou possível com mais facilidade, pois existem plataformas cuja função é exatamente a publicação de livre conteúdo.

Dependo da forma em que esse conteúdo é elaborado, uma plataforma será mais adequada que outra.

Por exemplo, quando se pretende transmitir um conteúdo por meio de vídeos, o mais indicado é o Youtube.

Para a publicação de pequenos textos sobre temas variados e que permitem a interação entre autor e leitores, os mais indicados são os blogs.

Já para dar acesso a apresentações sobre determinado assunto, existem plataformas como o SlideShare.

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Aula 15 – Reflexões sobre Autonomia, Autoria e Plágio na Educação Superior

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=o9tWgNTVsSU

Devemos sempre estar muito atentos ao elaborar textos.

Muitas vezes temos que construir um documento do zero, o que não significa que não podemos utilizar referências como fonte da criação de um novo pensamento.

Embora pareça simples, é preciso ficar atento ao utilizar essas referências, pois apesar de não haver um limite, nunca podemos deixar de citar a fonte de uma ideia ou pensamento, mesmo que a escrevamos com nossas próprias palavras.

Isso se aplica tanto para fontes de pesquisa como livros e teses acadêmicas, como para conteúdos encontrados na internet.

Tudo o que foi escrito e está disponível para leitura, seja onde for, tem um autor, e por esta razão ele deve sempre ser citado. 

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Aula 14 – Aplicando Estratégias de Pesquisa em Sites de Busca

Como mencionado no post anterior, existem formas mais adequadas para a utilização das ferramentas de busca, como Google e Yahoo.

Existem 5 etapas que se respeitadas podem auxiliar na busca, quais sejam: definir o tema, definir o objetivo, definir a abrangência, definir a estrutura, definir as palavras-chave, e, por fim, analisar e selecionar os resultados.

Se forem colocadas em prática todas essas etapas essenciais conseguiremos efetuar uma pesquisa que proporcionará ótimos resultados, fazendo com que possamos utilizá-los tanto em trabalhos acadêmicos, profissionais ou até mesmo apenas para adquirir conhecimento sobre certo tema de interesse. 

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Aula 13 – Potencialidades da Internet para a Realização de Pesquisas

Foi-se o tempo em que dependíamos de livros empoeirados ou cadernos rabiscados como fontes de pesquisa.

Hoje temos a internet, que nos proporciona um mundo de informações.

Justamente por essa razão devemos ter muito cuidado com os conteúdos aos quais temos acesso.

Devemos saber utilizar da melhor forma as ferramentas de busca disponíveis e também saber elaborar a busca utilizando os termos corretos e saber filtrar os resultados que nos são apresentados.

Lembrando também, que em tempos de fake news, não basta receber uma informação e passá-la adiante, é preciso mais do que nunca, ter atenção ao conteúdo que acessamos e mais cuidado ainda ao revisa-la, não deixando de lado nosso senso crítico. 

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Aula 12 – Formas inovadoras e Divertidas de Aprender

Quando se fala em jogos eletrônicos logo os associamos a entretenimento. No entanto, podem ser usados como ferramentas de aprendizagem, sendo muitas as suas vantagens.

O fato de termos que passar de fases nos ajuda a ter mais foco, e isso pode ser mais aproveitado no processo de aprendizagem caso o tema dos jogos tenha algum conteúdo, levando informação e conhecimento a seus usuários.

Ademais, dependendo do jogo, se jogado online, em conjunto com outros usuários, também podem ser vistos como forma de socialização, e não de alienação, como costumamos associar.

Fonte: https://www.youtube.com/channel/UC2mmP8ysfyko40KSn90x6Og

Mas vale lembrar que seu uso deve sempre ser feito com moderação, e de preferência, com orientação de supervisores, nos casos em que os usuários sejam crianças ou adolescentes.

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Aula 11 – Redes Sociais e Contexto Educacional

As Redes Sociais são parte de nossas vidas. São exemplos o Facebook, Twitter, Linkedin e Instagram. Cada uma tem uma função diferente.

O Facebook é uma rede de contatos entre pessoas que normalmente já se conhecem pessoalmente.

O Twitter é muito mais dinâmico, até porque os posts não podem ultrapassar 140 caracteres, isso faz com que os posts sejam muito mais objetivos.

Linkedin tem foco na carreira e é utilizado sobretudo para aumentar a rede de contatos profissionais.

No Instagram são compartilhadas fotos e vídeos curtos para que seus seguidores (conhecidos, ou não), tenham acesso aos principais acontecimentos de sua vida.

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Aula 10 – Estratégias de Leitura e Organização de Pensamentos e Ideias

A leitura é sem dúvida, uma etapa essencial ao processo de aprendizagem.

No entanto, a leitura por si só, muitas vezes pode não ser suficiente, pois muitas vezes, apesar de acreditar que estamos aprendendo com a leitura, na verdade estamos apenas passando os olhos pelo texto sem absorver qualquer informação.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=m1qW0wPJV1M

Para conseguir atingir esse objetivo, existem estratégias que ajudam na absorção da informação que está sendo lida.

Uma delas é a elaboração de mapas mentais, nos quais se identifica um tema central e a partir dele são traçados diferentes ramos e sub-ramos interligando as principais informações do texto, e a aplicação de imagens nesses mapas facilita ainda mais a fixação do conteúdo.

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Aula 9 – Organização dos Estudos e Gerenciamento de Tempo

Somos diariamente bombardeados por inúmeras tarefas com as quais temos que lidar.

É muito comum que as pessoas se comprometam com diversas atividades: trabalho, estudos, lazer, relacionamentos, vida social, etc.

Para conseguir lidar com todos esses compromissos é essencial desenvolver uma maneira de administrar o tempo para que todas as atividades sejam cumpridas dentro do prazo, e isso se aplica também para os momentos de relaxamento.

No intuito de ajudar na administração do tempo, foram desenvolvidas diversas técnicas que precisam ser colocadas em prática para que sejamos capazes de cumprir todas as tarefas necessárias.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=pBt3ZxGv-IE&feature=youtu.be

Mas o mais importante é saber que se houver organização não teremos problemas em cumprir nossas tarefas e evitaremos o stress e ansiedade.

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Aula 8 – Ferramentas de Comunicação Síncrona

Diferentemente da comunicação assíncrona, a comunicação síncrona tem como caraterística o contato simultâneo entre os interlocutores onde quer que estejam.

Esse tipo de comunicação tem vantagens em razão de ser mais dinâmica e possibilita uma maior interação entre os interlocutores, pois se assemelha muito a um encontro presencial, proporcionando debates e discussões enriquecedoras ao processo de aprendizagem.

No entanto, essa comunicação possui algumas desvantagens, como o fato de que, ao interligar pessoas que estão fisicamente distantes, se torna mais difícil conciliar os horários para o encontro.

Alguns exemplos deste tipo de comunicação são as ligações telefônicas, chats, e videoconferências, sendo que cada um tem suas particularidades se adequam melhor dependendo da forma como se pretende desenvolver a conversa.

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Aula 7 – Ferramentas de Comunicação Assíncrona

Ferramentas de comunicação assíncrona consistem em métodos que possibilitam a comunicação via web em momentos diferentes.

Isso quer dizer que uma pessoa pode enviar uma mensagem a outra mesmo que ela não esteja disponível no momento, pois a mensagem enviada ficará armazenada para que o receptor da mensagem a acesse somente quando estiver disponível.

Trata-se, portanto, de uma forma maleável de comunicação, na qual os interlocutores podem se comunicar no momento que for mais adequado a cada um, sem prejuízo do fluxo da comunicação.

São formas de comunicação assíncrona os e-mails, fóruns de discussão (muito utilizados nas AVAs) e wiki (ferramentas que possibilitam a edição de textos por mais de uma pessoa simultaneamente).

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Aula 6 – Redes e Comunidades Virtuais de Aprendizagem

O aprendizado adquirido por cada indivíduo depende de seu próprio esforço e dedicação. No entanto, o aprimoramento desse aprendizado, o desenvolvimento de novas ideias e pensamentos depende diretamente da conexão entre as pessoas.

Fonte: https://www.bluejeans.com/features/conference-calls

Os debates e discussões entre indivíduos proporcionam o desenvolvimento de ideias que muito provavelmente não seriam desenvolvidas se não houvesse essa interação.

O surgimento das redes virtuais propiciou um aprimoramento desses debates, e no âmbito das plataformas virtuais, a interação entre alunos, e deles com seus professores, enriquece o ambiente de aprendizagem e se torna de certa forma essencial aos novos métodos de aprendizagem, como nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem – AVAs.

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Aula 5 – AVAs e Processos de Interação e Cooperação

A principal característica que difere os Ambientes Virtuais de Aprendizagem – AVAs dos ambientes de aprendizagem tradicional está na transmissão do conhecimento, que deixa de ocorrer em salas de aula, passando ocorrer virtualmente e proporcionando maior interação entre professores e alunos, além de conferir maior flexibilidade quanto ao ritmo de estudos.

O professor deixa de ser um mero transmissor do conhecimento, de certa forma autoritário e protagonista, e passa a ser um orientador do pensamento de seus alunos, que passam a ser os atores principais do processo de aprendizagem.

Os alunos deixam de ser indivíduos a serem bombardeados por informações que devem ser memorizadas, e passam a ser provocados a pensar e desenvolver suas próprias ideias.

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Aula 4 – Estilos e Estratégias de Aprendizagem

Cada indivíduo tem suas particularidades e isso se aplica à forma de aprendizagem mais adequada a cada um.

A aprendizagem apresenta três domínios: cognitivo, físico e emocional.” (DeAquino, 2007).

Ao identificar a melhor maneira de aprendizagem, o conhecimento passa a ser melhor absorvido.

Outro fato importante é que existem diferentes tipos de inteligência, sendo elas a lógico-matemática, visual-espacial, corporal-sinestésica, musical-rítmica, intrapessoal, interpessoal, naturalista e existencial. Cada pessoa tem uma inteligência mais desenvolvida, o que não impede o desenvolvimento das outras.

Para cada uma delas existe uma melhor maneira de absorver o conhecimento. Lembrando que, o tipo de inteligência mais evidente em cada indivíduo não determina que um seja melhor que outro.

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Aula 3 – Desenvolvendo Competências

As Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs às quais temos acesso na atualidade proporcionam novas formas de aprendizado.

Utilizando-se de meios como computadores e internet, os alunos têm acesso a uma infinidade de informações. Mas para que possam absorver corretamente o conhecimento é preciso estar atento aos quatro pilares essenciais à educação, quais sejam:

aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. (DELORS, 2006).

Fonte: http://fce.edu.br/blog/aulas-interativas-perspectivas-e-possibilidades/

O papel do professor é fundamental nesse processo de aprendizagem para direcionar os alunos às informações mais confiáveis e para que possam instiga-los ao raciocínio, para que assim consigam absorver e aplicar o conhecimento da forma mais completa e adequada possível.  

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Aula 2 – Evolução das TICs na Atualidade

Não restam dúvidas de que o avanço tecnológico modificou a forma como o conhecimento chega às pessoas.

Não faz mais sentido manter um padrão de ensino que foi elaborado há séculos, quando as pessoas não tinham todo o acesso à informação que temos hoje.

Por isso é importante que as instituições de ensino se adaptem às novas tecnologias aliando o ensino tradicional aos novos métodos, utilizando-se dessas tecnologias.

No entanto, isso demanda um cuidado para evitar a transmissão de conhecimentos equivocados, que estão disponíveis, bem como a dedicação dos alunos para que acompanhem o ritmo do conteúdo transmitido.

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Aula 1 – Breve panorama da evolução das TICs

Em menos de um século o mundo passou por enorme revolução tecnológica.

O surgimento dos computadores, celulares e da internet, e o fácil acesso à rede gerou tantas mudanças a ponto de nos tornarmos incapazes de imaginar nossas vidas sem essa tecnologia.

Dependemos da internet para tudo, seja no trabalho, ambiente acadêmico e até mesmo para nos relacionarmos com as pessoas.

Um exemplo é o curso de EAD, no qual o uso da internet é indispensável, pois somente acessando-a conseguimos assistir as aulas, fazer as atividades avaliativas e até mesmo interagir com os professores e colegas.